sexta-feira, 26 de junho de 2009

Mijar de pé! lol


Pá, desculpem lá, mas eu dizer fazer xixi, não! Somos todos portugueses e toda a gente usa o "mijar", portanto acho que o Google não se vai importar se eu o postar aqui! Dito isto, e a pedido de algumas mulheres, aqui está o P-Mate:



aqui está um preview do que vão ver!
De seguida está um link para um video, que por poder ser controverso, decidi não meter directamente aqui! lol Para os mais fracos de coração, go no furder! LOL
Alex, signing off... as preverse as ever! lol


sexta-feira, 19 de junho de 2009

Porque é que as mulheres demoram tanto tempo quando vão à casa de banho?E porque raio vão aos pares?!?

Ora bem! Aqui temos informação aos senhores cavalheiros que nos colocam sempre estas questões.
Retirado de um email que recebi hoje.

"O grande segredo de todas as mulheres a respeito da casa de banho é que,
quando eras pequenina, a tua mamã levava-te à casa de banho, ensinava-te a
limpar o tampo da sanita com papel higiénico e depois punha tiras de papel
cuidadosamente no perímetro da sanita.

Finalmente instruía-te: "nunca, nunca te sentes numa casa de banho pública!"
E depois ensinava-te a "posição", que consiste em balançar-te sobre a sanita
numa posição de sentar-se sem que o teu corpo tenha contacto com o tampo.

"A Posição" é uma das primeiras lições de vida de uma menina, importante
e necessária, que nos acompanha para o resto da vida. Mas ainda hoje, nos
nossos anos de maioridade, "a posição" é dolorosamente difícil de manter,
sobretudo quando a tua bexiga está quase a rebentar.

Quando *TENS* de ir a uma casa de banho pública, encontras uma fila enorme
de mulheres que até parece que o Brad Pitt está lá dentro. Por isso,
resignas-te a esperar, sorrindo amavelmente para as outras mulheres que
também cruzam as pernas e os braços, discretamente, na posição oficial de
tou aqui tou-me a mijar! .

Finalmente é a tua vez! E chega a típica "mãe com a menina que não aguenta
mais (a minha filhota já não aguenta mais, desculpe, vou passar à frente,
que pena!). Então verificas por baixo de cada cubículo para ver se não há
pernas. Estão todos ocupados.

Finalmente, abre-se um e lanças-te lá para dentro, quase derrubando a pessoa
que ainda está a sair.

Entras e vês que a fechadura está estragada (está sempre!); não importa
Penduras a mala no gancho que há na porta QUAAAAAL? Nunca há gancho!!
Inspeccionas a zona, o chão está cheio de líquidos indefinidos e fétidos, e
não te atreves a pousá-la lá, por isso penduras a mala no pescoço enquanto
vês como balança debaixo de ti, sem contar que a alça te desarticula o
pescoço, porque a mala está cheia de coisinhas que foste metendo lá para
dentro, durante 5 meses seguidos, e a maioria das quais não usas, mas que
tens no caso de

Mas, voltando à porta como não tinha fechadura, a única opção é segurá-la
com uma mão, enquanto com a outra baixas as calças num instante e pões-te
na posição

AAAAHHHHHH finalmente, que alívio mas é aí que as tuas coxas começam a
tremer porque nisto tudo já estás suspensa no ar há dois minutos, com as
pernas flexionadas, as cuecas a cortarem-te a circulação das coxas, um braço
estendido a fazer força na porta e uma mala de 5 quilos a cortar-te o
pescoço!

Gostarias de te sentar, mas não tiveste tempo para limpar a sanita nem a
tapaste com papel; interiormente achas que não iria acontecer nada, mas a
voz da tua mãe faz eco na tua cabeça * nunca te sentes numa sanita pública *,
e então ficas na posição de aguiazinha , com as pernas a tremer e por uma
falha no cálculo de distâncias, um finííííssimo fio do jacto salpica-te e
molha-te até às meias!!

Com sorte não molhas os sapatos é que adoptar a posição requer uma grande
concentração e perícia.

Para distanciar a tua mente dessa desgraça, procuras o rolo de papel
higiénico, maaaaaaaaaaas não hááááá!!! O suporte está vazio!

Então rezas aos céus para que, entre os 5 quilos de bugigangas que tens na
mala, pendurada ao pescoço, haja um miserável lenço de papel mas para
procurar na tua mala tens de soltar a porta ???? Duvidas um momento, mas
não tens outro remédio. E quando soltas a porta, alguém a empurra, dá-te uma
trolitada na cabeça que te deixa meio desorientada mas rapidamente tens de
travá-la com um movimento rápido e brusco enquanto gritas
OCUPAAAAAADOOOOOOOOO!!

E assim toda a gente que está à espera ouve a tua mensagem e já podes soltar
a porta sem medo, ninguém vai tentar abri-la de novo (nisso as mulheres têm
muito respeito umas pelas outras).

Encontras o lenço de papel!! Está todo enrugado, tipo um rolinho, mas não
importa, fazes tudo para esticá-lo; finalmente consegues e limpas-te. Mas o
lenço está tão velho e usado que já não absorve e molhas a mão toda; ou
seja, valeu-te de muito o esforço de desenrugar o maldito lenço só com uma
mão.

Ouves algures a voz de outra velha nas mesmas circunstâncias que tu alguém
tem um pedacinho de papel a mais? Parva! Idiota!


Sem contar com o galo da marrada da porta, o linchamento da alça da mala, o
suor que te corre pela testa, a mão a escorrer, a lembrança da tua mãe que
estaria envergonhadíssima se te visse assim porque ela nunca tocou numa
sanita pública, porque, francamente, tu não sabes que doenças podes apanhar
ali, que até podes ficar grávida (lembram-se??) . Estás exausta! Quando
páras já não sentes as pernas, arranjas-te rapidíssimo e puxas o autoclismo
a fazer malabarismos com um pé, muito importante!

Depois lá vais pró lavatório. Está tudo cheio de agua (ou xixi? lembras-te
do lenço de papel ), então não podes soltar a mala nem durante um segundo,
pendura-la no teu ombro; não sabes como é que funciona a torneira com os
sensores automáticos, então tocas até te sair um jactozito de água fresca, e
consegues sabão, lavas-te numa posição do corcunda de Notre Dame para a mala
não resvalar e ficar debaixo da água.

Nem sequer usas o secador, é uma porcaria inútil, pelo que no fim secas as
mãos nas tuas calças porque não vais gastar um lenço de papel para isso
e sais

Nesse momento vês o teu namorado, ou marido, que entrou e saiu da casa de
banho dos homens e ainda teve tempo para ler um livro de Jorge Luís Borges
enquanto te esperava.

Mas por que é que demoraste tanto? - pergunta-te o idiota.

Havia uma fila enorme - limitas-te a dizer.

E é esta a razão pela qual as mulheres vão em grupo à casa de banho, por
solidariedade: uma segura-te na mala e no casaco, a outra na porta e a outra
passa-te o lenço de papel debaixo da porta, e assim é muito mais fácil e
rápido, pois só tens de te concentrar em manter a posição e *a dignidade*.

(ena pah... esta também é novidade para mim... como é raríssimo pedir que alguém me acompanhe, e pensando bem quando peço é por esta razão... quando não o faço é porque já deixei a mala com alguém e levei os lenços de papel comigo...)

*Obrigada a todas por me terem acompanhado alguma vez à casa de banho e
servir de cabide ou de agarra-portas! Passa isto aos desgraçados dos homens
que sempre perguntam querida, por que motivo demoraste tanto tempo na casa
de banho? . IDIOTAS!*"


Espero que tenham ficado esclarecidos ;)

quarta-feira, 20 de maio de 2009

segunda-feira, 18 de maio de 2009

quarta-feira, 13 de maio de 2009

terça-feira, 5 de maio de 2009

Esfigmomanómetro

A insónia que esta palavra me causou...
A mim e não só..!
Mas fosse só o esfigmomanómetro que me causasse insónias estava eu bem... Sim! Que temos muito que estudar sobre tudo e mais alguma coisa sobre 60 profissões distintas.

Quinta-feira sentei-me à noite no "Chás"para tomar "café" e digo pró pessoal "Eu hoje fui duma vez só pediatra, criança chata no bloco operatório, boneco de dentista, bombeira, médica de urgência, pintora... e por ai a diante... e já sei dizer esfigmomanómetro!" "Hein?! Qué isso?!"(perguntou o pessoal) "É o aparelho para medir a tensão!" (disse uma entendida na área) "Yah! É isso mesmo!" (disse eu cheia de orgulho de já ser meia entendida em muitas áreas)

Calha-me agora durante uma boa temporada ser recepcionista do hospital (que não é um hospital qualquer!).
"Boa tarde srs e sras! Bem vindos ao Hospital Johnson & Johnson da Kidzania! Aqui vão ter oportunidade de ser... e ganhar 8 kidzos"

Fazendo já publicidade, visitem o site www.kidzania.pt e já ficam a perceber ;)
Apareçam com a criançada, porque sem criança não entram... Dêem-lhes a oportunidade de viverem num mundo de adultos e divirtam-se assistindo.


"Adeus e voltem sempre! Divirtam-se!"

segunda-feira, 27 de abril de 2009

U give this a title, cause I don't know what to call it...

Eu sou filho único e toda a minha vida, posso seguramente dizer, fui um solitário em geral (em particular não [o ist dá cabo dum gajo, quem lá andou seguramente poderá perceber esta última parte ou pelo menos reconhecê-la]). Por culpa e vontade (ou falta dela) e comodismo meus sem dúvida [só a parte do solitário, o filho único agradeço (mesmo) aos meus pais] considero-me um solitário. Não sou anti-social, acho que até me consigo inserir em grupos que de início me são alheios à excepção de uma ou duas pessoas, com bastante facilidade. Contudo, dou pouco a conhecer de mim próprio de cada vez e para me conhecerem leva tempo => tenho “poucos” amigos. Nem tão pouco sou triste na minha condição de solitário. Ao fim e ao cabo, há sempre momentos em que o somos...
Porquê o “poucos” entre aspas? Porque são poucos por duas “razões”. São poucos segundo os padrões da sociedade presente; e são poucos, porque amigos, há sempre lugar para mais.
Mas porque é que eu tenho poucos amigos, porque saio pouco de casa? Lolol
Não, simplesmente porque distingo entre amigos e colegas, entre amigos e conhecidos. Eu conheço imensa gente. Sem dúvida mais de 200 pessoas com que já partilhei momentos marcantes da minha vida, entre as restantes lol (população de amostra = 200). E entre essas 200, existem umas 6 a que chamo amigos, ou nas quais penso como amigos. Algumas dos restantes 200, igualmente poucas mas de certo mais que estas últimas, são pessoas nas quais eu vejo um potencial amigo, mas ainda não tive tempo de as conhecer relativamente bem, nem de me dar a conhecer a essas pessoas.
Uma vez, quando era mais novito, vi pela primeira vez um dos vários filmes que contam a vida de uma figura histórica do folclore americano: o Wyatt Earp! Esta adaptação em particular continha o grande Kevin Costner e o Dennis Quaid, que representaram respectivamente o Wyatt Earp e o Doc Holliday, o seu melhor amigo.
A cena em que as duas personagens se conhecem tem um diálogo entre elas que resume tudo o que quero dizer. Para mais informações vejam o filme, porque eu gosto de vos pôr a pensar… e de vez enquanto conto umas piadas também. E lembrem-se a distinção profunda das palavras depende muito da leviandade com que as utilizamos. Não confundam amigos com colegas (e muito menos com (des)conhecidos), muito embora colegas possam muito bem ser amigos. Mas as duas palavras não se equivalem. Não são sinónimos. Não no dicionário da minha vida…

With 0 2 add,

Me, signing off…
P.S.: Actually, there is one other thing, small thing... for those of you wondering (if u exist), I have no regrets about the way I am regarding this matter! ,D